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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Sexo anal sem dor para a mulher é possível

Dedo, lubrificante à base de água e, essencialmente, camisinha são as dicas

 Sexo anal sem dor para a mulher é possível title=

 
Diferente dos homens, que fantasiam muito com o sexo anal, a maioria das meninas tem certo receio dessa prática. O principal medo é de sentir dor, o que é uma preocupação comum e superjustificável, já que realmente dói. “O ânus possui uma musculatura para expelir, não para inserir nada. Por isso é natural a contração e a dor”, explica a sexóloga Carla Cecarello. Mas, segundo ela, alguns truques são capazes de diminuir o incômodo na relação.
 
O mais importante é estar decidida a chegar a esse nível de envolvimento, livre de tensão, e, depois, contar com a ajuda do parceiro para ir com bastante calma. “O dedo é o grande aliado para conseguir iniciar a penetração. Usando ele para tocar a entrada do ânus, basta esperar a contração, sem afastar o dedo. Depois de ‘fechar’, vai haver novamente um relaxamento. Nesse momento, é preciso forçar um pouco mais e esperar uma nova contração. Fazendo isso repetidas vezes, aos poucos, é possível chegar lá sem dor”, orienta a especialista.
Outro problema é a falta de lubrificação, que dificulta a penetração. A alternativa é usar géis à base de água. “Os lubrificantes à base de água não têm hormônio e são ideais para essa prática. Indico evitar outros tipos, já que a região anal apresenta muito mais irritabilidade”, ensina Carla, que alerta para fugir dos produtos que prometem efeito anestésico. “Nunca se deve usar nenhum a substância que cause amortecimento. A mulher não vai sentir nada na hora da penetração e a movimentação do pênis é capaz de machucar muito sem que se perceba no momento, podendo até romper pregas e causar feridas graves, que depois vão dificultar o controle das fezes”.
 
A prática não dá muito prazer para quem é penetrado, isso porque, diretamente, é muito raro conseguir chegar ao orgasmo somente pelo ânus. Mas a fantasia, o envolvimento e o toque em outras zonas erógenas  e no clitóris são capazes de tornar o momento muito gostoso se a mulher realmente estiver à vontade. “Tomando esses cuidados, o essencial é usar camisinha. Diferente da vagina, que tem um ph ácido capaz de promover maior proteção, o ânus é vulnerável a qualquer tipo de vírus e muito mais fácil de contrair doenças”, alerta.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Não tem jeito, a maioria dos homens adora sexo oral...


Seja pelas sensações físicas provocadas pelo calor dos lábios e saliva que fazem a boca lembrar a vagina, a sucção juntamente com outras características que envolvem o lado psicológico, no qual rola aquele fetiche da submissão em relação a eles, eleva a prática e, para alguns, até supera os prazeres da penetração.

Para aprimorar a técnica, não tem jeito, a prática é indispensável. Então, se você está pensando em desenvolver suas habilidades com a boca, a gente separou algumas dicas infalíveis para fazer o seu gato subir pelas paredes.

Não vá com sede ao pote – Se você literalmente cai de boca quando o assunto é sexo oral, muita calma, o segredo é apostar no inesperado. Comece as carícias pelos testículos e explore bem as regiões próximas ao pênis, como períneo e ânus (se ele permitir).

Chupe, mas faça com vontade – Nada dessa história de lambidinhas leves e beijinhos delicados, eles gostam mesmo é da pressão. Na hora que estiver lá, invista em carícias mais vigorosas. Use os lábios para sugar o pênis e com a língua faça pequenas carícias, sem falar que você pode usá-la para guiar o pênis pela sua boca, encostando-o na bochecha ou céu da boca, mas cuidado na hora de comprimir o brinquedinho dele entre os lábios, pois os dentes, nessa situação, não são bem-vindos.

Sabores e sensações – Do sorvete a bala de menta, usados tradicionalmente pelas mulheres na hora de incrementar o sexo oral, hoje já é possível encontrar no mercado uma infinidade de géis aromatizados, fabricados especificamente para essa finalidade. Pode apostar no truque sem medo de deixar o gato feliz.

As melhores maneiras de pedir para o gato o que quer durante o sexo


Vocês estão na cama e o sexo está incrível. Até que o gato resolve inovar a posição e... adeus, clima/orgasmo/tesão! Você explicar a ele o que funciona (ou não) na hora do sexo — e conseguir o que quiser!

Você quer: receber mais sexo oral



Sua neura: parecer meio egoísta

A verdade: não está com nada fingir que está curtindo enquanto o que você realmente quer é que ele vá mais para a direita. “Saber do que vocês gostam facilita muito nosso trabalho”, diz Alex Xavier, autor do blog Amigo Macho. Se quer que ele passe mais tempo lá embaixo, segure o cabelo dele e não economize nos gemidos. Pode dizer “Não para!” Ele vai sacar que está mandando bem. Mas, se o gato levantar mesmo assim, dê uma reclamadinha mais provocante: “Ah, estava tão bom... Volta lá, vai.”


Você quer: a sua posição preferida



A neura: ofender a performance do gato

A verdade: tudo é uma questão de jeito — e do tipo de cara que está ao seu lado. Os mais inseguros podem se ofender. Já os mais maduros nem vão levar para o lado pessoal. Pelo contrário: vão curtir a iniciativa — eles gostam de saber que conseguem nos levar ao delírio! O segredo é fazer observações com feedback positivo. Se quiser que ele retome aquela posição ma-ra-vi-lho-sa, sussurre no ouvido dele: “Me pega daquele jeito de novo? Estava uma delícia!” Além de dar uma esquentada no dirty talk, ele vai adorar ouvir que você quer mais!


Você quer: pedir algo... diferente



A neura: passar vergonha

A verdade: se você está com esse medo, imagine o que ele sente quando também tem vontade de sugerir algo inédito. Homens têm muitas inseguranças, até porque a performance sexual deles é muito julgada pelas mulheres — desde o tamanho do pênis, potência da ereção e até se sabem ou não fazer sexo oral. Se você estiver a fim de inovar e, por exemplo, quiser apresentá-lo ao seu sex toy favorito (coisa que ainda faz alguns caras tremerem), faça com jeitinho: dê o vibrador e diga: “Pode fazer o que quiser comigo... Sou sua!” Colocar o seu prazer nas mãos do parceiro é excitante demais para ele!


Você quer: mais preliminares


A neura: acabar com o clima

A verdade: para os homens, qualquer hora é hora para transar — não que você já não soubesse disso. Portanto, são poucas as coisas que vão fazê-lo mudar de ideia depois que estiver sem roupa com você. Dizer que adora começar a transa com carícias, beijos na nuca, carinhos nas coxas e nos seios antes de partir para o ataque, por exemplo, não é vergonha para ninguém. Pelo contrário: as chances de vocês entrarem em sintonia e terem um sexo bem mais gostoso são grandes

sábado, 1 de junho de 2013

Dicas para apimentar uma rapidinha

Sexo é bom em qualquer lugar. Confira dicas para aproveitar o tesão seja onde for


Sexo é bom em qualquer hora e em qualquer lugar! Então, por que não aproveitar os momentos de tesão e satisfazer os seus desejos em lugares inusitados? Pode ser no banheiro do avião, no depósito do trabalho, dentro do carro… O importante é o prazer! Confira as dicas que preparamos para você curtir sua rapidinha ao máximo!

- Seja no trabalho ou na sacada de casa, as rapidinhas são sempre uma aventura deliciosa! Mas, não é porque ela tem este nome que tudo deve ser feito com muita pressa e afobação. Curta o momento!

- Sexo oral antes da penetração ajuda na excitação de ambos, tanto do homem quanto da mulher. Para quem vai perder cinco minutinhos, usufruir de mais cinco não vai atrapalhar, né?



- Não perca oportunidades! Toda hora é hora: na hora do banho, na hora de se trocar, no café da manhã. Agarre o par e comece a trocar carícias, beijos ardentes e não esperem muito para partir para a penetração!

- Aproveite as mesas: elas costumam estar na altura perfeita para uma penetração. Deite na mesa e aproveite a posição!

- Saia da mesmice da cama! Nada melhor do que uma rapidinha na sala, entre um filme e outro ou em uma cena mais picante na TV. Mas, é claro que isso não impede que a rapidinha evolua e vocês terminem em outros cômodos da casa!

- Sexo no carro é uma mistura de prazer e adrenalina. Existe aquele medo de serem flagrados e a comodidade do automóvel. Sem contar que é uma excelente opção depois que o casal sai da balada ou do barzinho com todo aquele tesão, né?



- Abuse das posições e não tire a roupa! Isso pode dar um ar de “proibido é mais gostoso”. Apenas levante a saia e abra a calça do parceiro, mantendo as roupas no corpo.

- Por fim, é importante que o sexo rápido não se torne um hábito, mas sirva apenas para apimentar a relação.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

SEXO ANAL É SÓ PARA AGRADAR O PARCEIRO?

Qualquer prática sexual que agrade aos envolvidos no sexo está sempre liberada. 





Fazer sexo sem vontade, já não é bom, muito menos sexo anal, apenas com o intuito de agradar seu namorado.

Tenha em mente algumas dicas para lidar com essa situação:

- Faça sexo anal se quiser, se tiver curiosidade ou tesão suficientes para isso. Quem manda na sua porta dos fundos é você.




- Sexo anal só é gostoso se os dois estiverem com vontade, esse lance de cumprir tabela, não dá certo. E que namorado vai curtir uma transa em que a gata não está tendo prazer e nem está a fim?

- A questão do fetiche do sexo anal tem a ver com a dominação que os homens costumam adorar impor à parceira, é uma fantasia bem saudável e comum entre os homens, mas nem por isso a mulher precisa curtir.

- Não tente ficar planejando o dia certo para rolar o sexo anal, se dá vontade de fazer, faça, tomando alguns cuidados básicos e tendo delicadeza. Temos umas dicas bem legais para quem está pensando em experimentar aqui.



O grande lance é curtir o momento do sexo e experimentar. Se o homem que estiver com você souber aproveitar esse momento e souber te dar aconchego e prazer, ele com certeza merecerá esse delicioso prêmio.

E se não for o momento certo e você não quiser sexo anal, não tem drama, explique com carinho que não quer para seu gato, se for o caso, e faça as outras coisas gostosas, que curte, bem demoradamente e capriche.

Estresse pode levar tanto à compulsão sexual como perda da libido

A insatisfação sexual, a perda de libido versus o desejo constante de fazer sexo domina a mente de diversas pessoas.




"... o dia a dia pode ser cansativo, mas a diminuição da libido pode não ter nada a ver com essa correria toda ..."
Ora a pessoa sente-se mal por não desejar mais ter atividades sexuais justificando isso devido à correria do dia a dia, ora justifica um desejo desenfreado por sexo para escapar do estresse ou de uma rotina enfadonha.

Ambos os casos precisam ser vistos e revistos com seriedade. É importante que tenhamos uma conexão sexual com nosso parceiro(a).


Se você sente que foge disso e não quer mais saber de contato, já perguntou-se o real motivo?

Sim, o dia a dia pode ser cansativo, mas a diminuição da libido pode não ter nada a ver com essa correria toda. Muitas vezes os motivos estão escondidos em relacionamentos sem diálogo, excesso de brigas e insatisfação com o outro.

Motivos que levam à falta da libido

Vamos dar uma olhada  e pensada em motivos reais (emocionais) que podem fazer com que você sinta vontade de fugir na hora h:

- O casamento já está desgastado e vocês não falam sobre isso;

- Você se sente sempre numa rotina e não modifica a situação. Há quanto tempo você não surpreende ou é surpreendido(a) pelo parceiro (a)? Pequenos gestos como presentinhos, recados e bilhetinhos podem fazer toda a diferença;


- Problemas ligados ao estresse e problemas hormonais;

O mais importante é não deixar o tempo passar. A falta de estímulo sexual pode nos deixar mais ansiosos, cansados e com baixa autoestima.

Motivos que levam à compulsão sexual

Por outro lado, temos o segundo grupo que pelos mesmos motivos acima citados, começam a buscar o sexo desenfreado e podem chegar a uma compulsão sexual precisando desesperadamente de sexo com estranhos todos os dias,  como forma de vício para liberação de endorfina e alivio de estresse.

O sexo quando compulsivo causa dor ao individuo, pois ele se vê escravo da necessidade sexual.

É importante que você pense se o sexo está na sua vida de forma ilimitada, desenfreada e por quê?


Do que você estaria fugindo, sente-se mal emocionalmente e compensa no sexo?

Pare e pense e se a resposta surgir como: “Não consigo parar e isso me causa dor e também às pessoas que me cercam”, busque uma psicoterapia integrada. Ou seja, um tratamento com psicólogo e psiquiatra, pois provavelmete será necessário o uso de algum tipo de medicação.

Grupos de apoio como o DASA (Dependentes de Sexo e Amor Anônimos) também podem ajudar.


O mais importante é pensarmos que o sexo deve ser prazeroso, fazer parte de nossa vida como algo saudável e que nos faça bem ao corpo, alma e mente.

E nunca se esqueça que o nosso corpo é o nosso templo.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Combata a falta de DESEJO SEXUAL...



Identifique e combata as principais causas da falta de desejo sexual




Com o excesso de afazeres do dia a dia, o sexo acaba ficando em segundo plano até nos pensamentos
Se a academia, o supermercado e reuniões de trabalho sempre têm um lugarzinho na agenda, por que não aproveitar e incluir o sexo na lista dos afazeres do dia? Segundo especialistas, a primeira causa da falta de apetite sexual é não pensar em sexo; não tê-lo como uma das prioridades da vida. "É preciso saber usar o sexo pelo sexo --e não para obter favores, manter um relacionamento que vai mal, impor poder ou se sentir amado", afirma o psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr., diretor e psicoterapeuta do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade).

"O desejo tem de ser cultivado ao longo do dia", segundo Carolina Ambrogini, ginecologista, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). O cansaço cotidiano pelo excesso de compromissos deixa as pessoas fadigadas, sem energia e sem tempo para estímulos sexuais.


Quanto menos planejar e fazer sexo, menos espaço ele terá, porque mais as pessoas buscarão satisfazer outras necessidades e prazeres, como trabalhar, estudar, ganhar dinheiro, viajar, jogar, malhar, comer, conversar, ir a festas, beber com amigos. Só que o dia tem apenas 24 horas, e o sexo faz bem.


A dica, para quem ainda não perdeu seu apetite por completo, é cuidar da saúde (hormonal, principalmente), gostar de sexo (ou descobrir um jeito de gostar), buscar soluções quando há baixa autoestima, dificuldades no relacionamento e falta de prazer --conversando com o parceiro ou fazendo terapia.


"Invista na intimidade, aprendendo a concentrar energias no prazer que o sexo pode dar", diz a psicóloga e diretora de publicações da Sbrash (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana), Ana Canosa.  "Quando estamos mais perto da natureza e temos mais tempo para relaxar, o corpo e a mente ficam menos tensos, o que é bom para o desejo".


O hipotiroidismo, o uso constante de substâncias como antidepressivos, inibidores de apetite ou mesmo o alcoolismo e o tabagismo afetam o apetite sexual. "Se a disfunção é hormonal, podemos prescrever testosterona para os homens; já no caso das mulheres, não há medicação aprovada por órgãos de regulação, nem no Brasil, nem nos EUA", explica a especialista da Unifesp.

Ler contos e assistir a filmes eróticos, escutar música romântica, reservar um tempo para jantar são passatempos que instigam a criatividade e não permitem que a passagem dos anos, o desgaste do relacionamento, a perda da paixão e do encanto e a mesmice do sexo tomem conta da vida a dois.


Quando um dos membros do casal tem o desejo, mas o outro não, o melhor é buscar ajuda, se a intenção é salvar o relacionamento. Dependendo da origem do problema, pode ser tratado por um médico, terapeuta ou os dois.

O Projeto Afrodite, da Unifesp, apesar de estudar principalmente a sexualidade feminina, também ajuda os homens --com psicólogos, seções de fisioterapia e consultas médicas.

"Pedimos exames que nos dão uma visão global do paciente; investigamos sua vida desde a educação recebida, seus traumas, tabus, preconceitos, dosagens hormonais, doenças crônicas que possam interferir na sexualidade e causas sociais mais profundas, como pessoas que foram, um dia, vítimas de estupro", enumera a ginecologista e sexóloga. As causas da falta de apetite sexual são muitas e variadas.

Para Oswaldo Rodrigues Jr., o melhor tratamento para quem já perdeu o apetite sexual é o autoconhecimento. "Em nossa cultura, ser homem ainda implica necessitar de mais sexo". Essa cobrança é um bom exemplo de como motivos psicossociais interferem no desejo.


Assim, quem está sem fome de sexo e precisa se autoconhecer deve, antes, buscar saber que regras sociais ou valores culturais impõem padrões ao seu comportamento sexual, e em até que ponto tais regras castram seus desejos mais íntimos e verdadeiros. Isso apontará para as fantasias que podem ser vividas com mais frequência.

É preciso olhar para dentro de si mesmo e fazer muitas perguntas: como me relaciono com meu par? Como é o meu dia? Tenho tempo ou me dou um tempo para planejar o sexo? Que características individuais ou disfunções físicas, hábitos e vícios poderiam estar interferindo em meu apetite sexual? Há espaço para fantasias em meu dia a dia? Essas são questões essenciais.


A busca de uma alimentação mais equilibrada e atividade física também fazem diferença, além de reorganizar a agenda e deixar rolar: "Se foi bom, você pensará nisso no dia seguinte e sentirá vontade de repetir", afirma Carolina Ambrogini.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Os prazeres de uma calcinha vibratória

Quem não viu ainda, corre para a locadora. A cena em que Katherine Heigl "sofre" com os prazeres de uma calcinha vibratória no longa "A verdade nua e crua" é de fazer qualquer uma ter no mínimo curiosidade de saber como uma funciona.




No filme, um garotinho acha o controle remoto da que ela está usando e leva a produtora de TV ao orgasmo. Já pensou o que pode acontecer se for o seu amado manipulando a coisa?
Hoje existem no mercado mais de 50 modelos, que variam de tamanho e, claro de intensidade e alcance. O preço varia e é possível comprar sem sair de casa, via lojas virtuais de sexshops, tanto aqui do Brasil quanto de fora. Como a maioria é importada, o preço normalmente é salgado. Mas há quem diga que vale cada Real.

A melhor opção é a calcinha com vibrador sem fio. "A vantagem é que o vibrador é normalmente à prova d’água e ainda pode-se substituir por outro bullet, por exemplo, com mais velocidades", indica. Ela custa R$ 240, é feita em algodão e ainda em estampa de zebra! O preço desta está na média dos modelos importados  são mesmo os melhores.


Usar a calcinha fora de casa apimenta qualquer noite. Já pensou usar no cinema e deixar o amado controlar as vibrações? E num jantar, cheio de outras casais na mesa? "Desse jeito ela terá a função de excitar e estimular a mulher enquanto esta apenas olha pra ele". É só ter cautela pra não pagar mico e todos acharem que você é maluca!

Ele sugere ainda outro modelo, confeccionado em tecido que imita o corpo e tem elástico para ajuste e, melhor, tem um vibrador rígido em formato de cápsula. "O controle remoto é sem fio e discreto".


O alcance pode fazer toda a diferença. O modelo encontrado no site "Temperos Pessoais" custa R$ 217 e pode ser acionado a seis metros de distância. Há peças bem mais caras, como aquelas com até 10 funções. No site BrisToys é possível encontrar uma de quase R$ 600, super discreta e também à prova d’água. E já pensou usar uma que vibra dependendo da música ambiente? Usar na balada pode te levar ao orgasmo rapidinho. Ela não precisa de um iPod mas pode até ser usado com ele! A ClubVibe custa R$ 600, também no BrisToys.


No site da médica americana Laura Berman, que vende todo tipo de produto para uma vida sexual mais ativa e feliz, há os modelos Astra I e II, rendadas, pelo preço acessível de R$ 89 (segundo o portal). A loja manda para o Brasil, mas é preciso verificar o valor do frete. Por aqui, o mesmo modelo pode sair por quase R$ 1000 - então vale ver quando custa para importar. Segundo uma pesquisa feita pelo Berman Center, mulheres que passam por experiência com vibradores têm níveis mais altos de satisfação sexual e tem até melhor qualidade de vida!
 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

TOQUE NOS SEIOS: MAIS PRAZER DURANTE O SEXO

Para a intimidade do casal aumentar gradativamente na cama, nada melhor do que uma boa conversa. Dizer o que gosta e como gosta é um bom caminho para deixar o sexo mais prazeroso. 




E como todo mundo sabe, as preliminares são essenciais a fim de aumentar a lubrificação, facilitar a penetração e atingir um orgasmo mais intenso.

Os seios, que mexem com a fantasia masculina, fazem parte destas zonas erógenas. Conforme explica o Dr. Celso Marzano, urologista, terapeuta sexual e diretor do CEDES - SP (Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade), a resposta sexual feminina aparece nas mamas, que são áreas erógenas primárias (como as nádegas e a vulva). "Com o toque, ocorre a liberação de substâncias que levam à excitação e ao prazer. Estas substâncias responsáveis por essa ‘química’ são a dopamina, a feniletilamina e a oxitocina."



O especialista, que também é autor do livro "O prazer secreto" (Editora Eden), conta que quando a mulher se excita ocorre um pequeno aumento do tamanho dos seios e a ereção dos mamilos. "Há também o rubor sexual, que é quando a pele fica mais avermelhada, e tanto a pressão sanguínea quanto a freqüência cardíaca e respiratória tendem a aumentar", acrescenta.



Não há receita na hora de tocar os seios, mas tudo depende da sensibilidade de quem faz e de quem recebe. "O prazer vem pelo uso dos cinco sentidos - visão, toque, olfato, língua/boca e audição. O importante é elaborar a carícia do jeito que o homem aprendeu que a parceira gosta", conta Dr. Marzano. "Todo carinho, independente de como é realizado, passa pela triagem cerebral e emocional".



O toque, seja ele leve ou intenso, sempre ajuda na excitação, mas o homem precisa sempre estar atento às variações hormonais da mulher. "Em determinados dias, os seios estão mais sensíveis e dolorosos, o que pode inibir a resposta do prazer", alerta o terapeuta sexual. "Portanto, os parceiros devem aprender a se conhecer de corpo e alma em detalhes para uma resposta sexual plena", finaliza.
 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Sexo *baunilha ou sexo sacana?




"Ao ver essas reações femininas de encantamento com Mr. Gray, e ao ouvir e ler sobre o estímulo que essa leitura trouxe para as mulheres, imagino o quão pobre ou no mínimo sem graça andava a vida sexual dessas mulheres"


Quando acabei de ler a trilogia dos Cinquenta tons de cinza esse foi o principal questionamento que mobilizou conversas com amigos, colegas profissionais e pacientes.

Pessoas mais rígidas acham um absurdo mulheres lerem em público - metrô, ônibus, fila de espera - esses livros com descrições de cenas sexuais.



Vejo essa trilogia como um conto de fadas moderno com conteúdo sexual, plausível em qualquer relacionamento do século XXI. Uma atualização do príncipe que encontra a mocinha donzela (na maioria das vezes uma menina de pouco poder social ou financeiro) e a leva para viver em seu castelo.

Cristian Gray não é um príncipe, mas um bem-sucedido empresário, jovem, bonito e sensual (uau!) com um poder sexual que pode parecer "estranho" à primeira vista por seus fetiches controladores e pelo uso de acessórios sexuais, que vão se flexibilizando à medida que se vê apaixonado pela jovem Ana (pasmem!) ainda virgem no ultimo bimestre da universidade e que o aceita com suas 'manias' e aprende a tirar prazer dessas vivências diferentes que incluem chicote, algemas, vendas, presilhas para mamas ou apetrechos para penetração vaginal ou anal.



Ela se apaixona e tem um ar cuidadoso pelo homem sem interessar-se pelo status, carros, presentes, joias, roupas que esse jovem pode proporcionar a ela. É ou não um conto de fadas moderno?
Quantas milhares de leitoras passaram a alimentar fantasias do quanto gostariam de encontrar esse homem controlador e viver uma tórrida história de amor e sexo?

Mas ao ver essas reações femininas de encantamento com Mr. Gray, e ao ouvir e ler sobre o estímulo que essa leitura trouxe para as mulheres, imagino o quão pobre ou no mínimo sem graça andava a vida sexual dessas mulheres e seus parceiros.

O quanto que as pessoas não podem deixar suas relações perderem o carinho e a sensualidade a ponto de acharem lindo o sexo baunilha do livro, e a se entusiasmarem tanto com umas pitadas de erotismo das descrições de sexo e do uso de apetrechos sexuais em uma relação.

Como o entusiasmo do namoro, a sacanagem de amassos da vida de solteiro que levava ao sexo caliente se perdeu?



Os casais se distanciam e passam a viver uma vida morna e solitária responsabilizando a gravidez, o cansaço com filhos, trabalho ou a preocupação com o dinheiro, ou a famosa rotina da vida a dois como causas desse esfriamento. Como se essas questões não fossem uma responsabilidade de cada parceiro da relação em estar atento e não deixar morrer a noção de que precisamos investir em tempo para continuar a ser casal. Afinal, os filhos vão crescer e irão embora para seguirem suas vidas.  E a qualidade de vinculo afetivo e sexual que você alimentar no decorrer de seu relacionamento é que trará a continuidade dessa relação mais quente ou não.

Se permitir viver coisas novas, é uma necessidade para a sobrevivência erótica da relação homem-mulher. É importante que ambos percebam que podem:

- buscar ousar, experimentar seus sentidos;

- brincar com fantasias, fetiches e experimentar apetrechos sexuais que podem ser desde uma venda, um creme/gel com sabor para lambuzar e desfrutar da sensação de saborear o corpo;

- brincar com massageadores, penas, chicotes que podem ser desde o de cetim até o mais real de corino;

- brincar com algemas que podem ser de tecido, couro ou metal;

- brincar, sensualizar e sacanear como nas descrições tão admiradas pelos leitores de Cinquenta tons.


Mas viver a dois implica em cumplicidade, carinho e por isso o sexo baunilha pode e deve existir como uma demonstração do quanto é gostoso estar juntos.

Mas afinal ... sexo baunilha ou sexo sacana? Qual você prefere?

Que tal se permitir viver os dois?

* Sexo básico, carinhoso, com sensualidade e carícias tipo papai-mamãe
por Arlete Gavranic